Homenagem a Dona Irma, minha mãe, por Ricardo Negreiros



Hoje, 4/12/17, minha mãezinha, Dona Irma Lorda Arruda de Negreiros, completaria 80 anos.
Devo-lhe tudo. Ensinou-me a andar, a falar, a ler, a respeitar, a ser honesto, a amar. A ser generoso. A ser um homem digno.
Escolhi essas fotos entre as de tantos outros momentos também felizes pelo seu significado para ela e para mim. As três são de seu casamento em Fortaleza, aos 18, (13/10/56) no auge de sua juventude, num momento de grande elegância e sofisticação em que pôde mostrar a todos a sua charmosa e delicadíssima beleza. Ao lado do grande amor de sua vida, meu pai, “Seu” Amilcar.
Na outra, no início de 1986, em minha primeira formatura, como engenheiro civil. Uma grande vitória dedicada a ela, comemorada juntinho de mim e de minha querida irmã Sandra.
Minha saudade de seu carinho e de seu cuidado só é atenuada pela certeza de que as mamães têm um lugar especial e muito feliz no multiverso. E que de lá abençoa o seu grande legado em nossa família.

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